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Após vinte anos de carreira, Fernanda Marx lança seu primeiro disco autoral

Fernanda Marx atua como cantora há 20 anos. Integra três grupos da Cia. Minaz: Coral Minaz, o Coral de Câmara e o Madrigal Minaz, como solista e coralista. Em 2010, participou da gravação do CD “Mosaico”, disco de músicas brasileiras inéditas, gravado por solistas do Madrigal Minaz. Em 2009, passou a integrar a banda “Missionários do Blues”, como solista e backing vocal, tendo participado da gravação do primeiro disco do grupo em 2011. No ano seguinte, deu início carreira solo com o show “Flor de Café”. Em 2014 lançou dois projetos “Use Dorival Caymmi e “Refazendo Gonzaguinha”, no SESC Ribeirão. No ano seguinte, estreou o show “Baile da Nega”.

Após tantas aventuras lançou em outubro de 2017 seu primeiro disco autoral “INNOVE” com  canções de Chic Hernandez, Evandro Navarro, Pedro Luís (Monobloco) e Moyseis Marques, Kiko Dinucci (Metá Metá), Lucas Oliveira e da própria Fernanda, com arranjos provocativos e ímpares, apresentando as mais interessantes misturas. O show tem direção artística, iluminação e figurino assinada por Gustavo Engrácia e fotografia de Claudio Frateschi.

Samba Jazz, Ijexá, Xote, Maracutu, Chacarera e o tradicional Samba são ritmos presentes nas canções, minuciosamente escolhidas e lapidadas, traduzindo em cada faixa as influências musicais da intérprete. “Como eu acredito que no sincretismo da arte, sempre acreditei que o meu primeiro disco tinha que trazer isso, essa mistura que resulta nessa sonoridade”, conta para o mulhernamusica.

Apesar das músicas não serem todas minhas, eu precisei estudar, buscar e encontrar composições que dialogassem com o que eu acredito.

Com sua voz grave e potente continua: “Eu precisava estar madura para um trabalho inédito, que traduzisse exatamente o que sou. Apesar das músicas não serem todas minhas, eu precisei estudar, buscar e encontrar composições que dialogassem com o que eu acredito. Queria que fosse um trabalho que tivesse a excelência como princípio, que tivesse coerência nele do começo ao fim e que me representasse. Que ao ouvir, as pessoas compreendessem que é a Fernanda Marx. Que é uma artista que acredita que a arte se renova, se mistura.”

Ouçam com atenção:

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Gali já foi Camila quando criou a SÊLA e o site mulhernamusica.com.br. Hoje, por se entender não binárie dentro do seu processo artístico como Gali Galó, continua em busca da igualdade de gênero para que um dia, finalmente não haja...gênero. Tudo é meio confuso mas o futuro é mais complexo que o bem/mal, bom/ruim, belo/feio, triste/feliz.

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