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Luiza Lian despede-se de OYÁ e revela seu Azul Moderno

Conheço Luiza pessoalmente. Lembro quando estávamos prestes a lançar nosso primeiro disco. Eu disse assim pra ela “Você vai brilhar muito, amiga. Meu olho não erra”. Prepotências à parte, eu estava certa. Luiza brilhou, incendiou, explodiu a cena da música brasileira com seu homônimo Luiza Lian (2015).

O tempo passou e na sequência veio OYÁ Tempo, o primeiro album visual lançado por uma mulher no Brasil. Quando me deparei com a identidade visual feita pelas mãos da talentosa artista Mari Cau Levy me veio outra certeza: Luiza alcançaria outro patamar. E alcançou. Com seu álbum visual produzido pelo Filmes da Diaba ela entrou em mais de vinte lista dos melhores do ano.

 

“A realidade é multidimensional, por isso procurei armar uma teia entre espiritualidade, virtualidade, pensamento e natureza” (Em entrevista para o Hypeness)

No show de estreia no Auditório Ibirapuera em agosto de 2017 aconteceu uma mágica: Charles Tixier, bruxo do MPC (bateria eletrônica) também manipulava o Micro Korg (sintetizador) e mais um monte de brisas que não caberia num único texto. Assim como não faltei a esse show, não poderia faltar do show de encerramento que aconteceu no Centro Cultural São Paulo no último final de semana. Segue fotos exclusivas para o mulhernamusica por Marcela Guimarães.

Luiza compõe batendo palmas. Ela não precisa de arranjo ou sequer de harmonia. Sua linha melódica parece existir antes dela mesma. Um dia ela me disse que muitas das suas canções ela não escreve, apenas recebe. Imersa na espiritualidade Luiza é mensageira de algo maior, eu também tenho certeza absoluta disso.

Agora ela se prepara para o terceiro disco que será lançado no início do próximo semestre. Ela me autorizou a revelar o nome: “Azul Moderno”. O formato também vai mudar e ela assume sua banda novamente. Porém essas informações a gente vem dizer logo menos. Por enquanto contemple a despedida de OYÁ.

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Quando criou a SÊLA, Camila entendeu que duas artistas tinham mais força que uma. E que três artistas tinham ainda mais força que duas. Desde então sua carreira solo como cantora e compositora ganhou outra dimensão e por isso tem se preparado para lançar o novo disco como GALI, seu novo nome artístico. Como empresária acumulou funções de publicitária, jornalista, apresentadora, palestrante e articuladora. Criou o mulhernamusica.com.br para estimular o conteúdo feito por elas e está aberta a quantas outras funções forem necessárias para fazer mais por elas.

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